terça-feira, 8 de março de 2011

Homenagem Pelo Dia das Mulheres

A todas as mulheres esta singela homenagem da Pastoral da Juventude de São Tomé:

DEUS ABENÇOE A TODAS AS MULHERES.

Evangelho do Dia

08/03/2011


Mc 12,13-17
Jesus condena qualquer dominação
-* 13 Então as autoridades mandaram alguns fariseus e alguns partidários de Herodes, para apanharem Jesus em alguma palavra. 14 Quando chegaram, disseram a Jesus: «Mestre, sabemos que tu és verdadeiro, porque não dás preferência a ninguém. Com efeito, não levas em conta as aparências, e ensinas de verdade o caminho de Deus. Dize-nos: é lícito ou não pagar o imposto a César? Devemos pagar ou não?» 15 Jesus percebeu a hipocrisia deles, e respondeu: «Por que vocês me tentam? Tragam uma moeda para eu ver.» 16 Eles levaram a moeda, e Jesus perguntou: «De quem é a figura e a inscrição que está nessa moeda?» Eles responderam: «É de César.» 17 Então Jesus disse: «Pois devolvam a César o que é de César, e a Deus o que é de Deus.» E eles ficaram admirados com Jesus.

* 13-17: O imposto era o sinal da dominação romana; os fariseus a rejeitavam, mas os partidários de Herodes a aceitavam. Se Jesus responde «sim», os fariseus o desacreditarão diante do povo; se ele diz «não», os partidários de Herodes poderão acusá-lo de subversão. Mas Jesus não discute a questão do imposto. Ele se preocupa é com o povo: a moeda é «de César», mas o povo é «de Deus». O imposto só é justo quando reverte em benefício do bem comum. Jesus condena a transformação do povo em mercadoria que enriquece e fortalece tanto a dominação interna como a estrangeira.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: www.franciscanos.org.br

segunda-feira, 7 de março de 2011

Carnaval

O Carnaval teve a sua origem em festas romanas, com seus “Carros Navais”, festejando conquistas ou outros feitos romanos. Depois, festas populares, no início de cada ano, fazendo críticas às autoridades da época. Daí começaram a aparecer as “Máscaras”, os mascarados. Mais tarde,na era cristã, os cristãos faziam festas antes dos quarenta dias, que depois tomaram o nome de Quaresma, iniciando uma preparação para a celebração da Páscoa.

Como, durante a Quaresma os cristãos deviam fazer a penitência e observar a abstinência de carne, de início foi uma celebração religiosa, aos poucos também, foi degenerando-se. Tornou-se no dito popular, a DESPEDIDA DA CARNE. No latim, CARNE, VALEI! Ó carne, adeus! Daí se originou a palavra CARNAVAL. O Carnaval, na sua origem, - não com este nome – era uma festa comemorativa de algum feito importante e, depois, na era cristã, um momento de preparação para a Páscoa.

Hoje, para muitos, ao que parece, o carnaval se tornou realmente uma festa da carne se contrapondo à festa do espírito, da pessoa humana. A liberdade, dom precioso dado ao ser humano pelo seu Criador não é respeitada, nem valorizada, mas desvalorizada, tornando, o ser humano, pior do que o animal irracional e até mesmo inferior aos instintos. O sexo, também obra de Deus, é desrespeitado, abusado, usado desenfreadamente, de uma maneira pior que os próprios animais irracionais, como busca única e exclusivamente com prazer. É a busca de uma alegria que termina na quarta-feira como verdadeira cinza do tempo que passou.

As pessoas, que relativizaram os valores morais do Evangelho, se esquecem dos problemas seus e dos outros e se dedicam à orgia, como se esta fosse à solução para todos os males. Infelizmente, não é. E, como tudo é permitido, muitas pessoas se tornam escravas de seus instintos, prejudicam-se, prejudicam outras pessoas e, quando tudo passa, vem o arrependimento, um vazio enorme, um coração insatisfeito. Isto, quando o arrependimento vem, porque parece que muitos ficam dopados e se esquecem do que fizeram de mau. 

Algumas pessoas ficaram tão viciados no carnaval que inventaram, em cada região, o carnaval fora de época.

É hora de uma reflexão séria, profunda e comprometedora. O mundo não pode afastar-se de seu Criador. Para aqueles que acreditam em Deus é preciso seguir fielmente os ensinamentos de seu Filho Jesus, empenhando-se cada vez mais na luta pela paz, pela saúde, pela solidariedade, pela justiça, pela fraternidade, por uma vida melhor, pela vida do nosso Planeta Terra(Campanha da Fraternidade de 2011).O mundo está precisando de Deus, de oração, de viver cada dia trabalhando pela paz, pela saúde dos irmãos, por uma vida melhor para cada um.

Infelizmente, grande parte da humanidade, diante das mazelas do mundo sem Deus e das violências oriundas da própria guerra em terras distantes e perto, se refugia na orgia, mas isto só cria um círculo vicioso, como o do bêbado visitado pelo Pequeno Príncipe, que bebia para esquecer que é um ébrio.

Que os homens de boa vontade se encham de coragem e encontrem uma maneira de mostrar ao mundo que estamos trabalhando contra nós mesmos, não sabendo usar o dom da liberdade que Deus Criador nos concedeu. 

A Ressurreição de Jesus, a sua e a nossa Páscoa, para o qual nos preparamos é um verdadeiro e importante acontecimento que o Pai preparou para nós. Vamos comemorá-lo condignamente!

Por: DOM EURICO DOS SANTOS VELOSO
ARCEBISPO EMÉRITO DE JUIZ DE FORA, MG.

Fonte: www.catequisar.com.br

Evangelho do Dia


07/02/2011

Mc 12, 1-12
Jesus acusa as autoridades 
-* 1 Jesus começou a falar para eles em parábolas: «Um homem plantou uma vinha, cercou-a, fez um tanque para pisar a uva e construiu uma torre de guarda. Depois arrendou a vinha para alguns agricultores, e viajou para o estrangeiro. 2 Na época da colheita, ele mandou um empregado aos agricultores para receber a sua parte dos frutos da vinha. 3 Mas os agricultores pegaram o empregado, bateram nele, e o mandaram de volta sem nada. 4 Então o dono da vinha mandou mais um empregado. Os agricultores bateram na cabeça dele e o insultaram. 5 Então o dono mandou mais um, e eles o mataram. Trataram da mesma maneira muitos outros, batendo em uns e matando outros. 6 Sobrou para o dono apenas um: seu filho querido. Por último, ele mandou o filho até aos agricultores, pensando: ‘Eles vão respeitar meu filho’. 7 Mas os agricultores comentaram: ‘Esse é o herdeiro. Venham, vamos matá-lo, e a herança será nossa’. 8 Então agarraram o filho, o mataram, e o jogaram fora da vinha.
9 Que fará o dono da vinha? Ele virá, destruirá os agricultores, e entregará a vinha a outros. 10 Por acaso, vocês não leram na Escritura: ‘A pedra que os construtores deixaram de lado, tornou-se a pedra mais importante; 11 isso foi feito pelo Senhor e é admirável aos nossos olhos’?»
12 Então os chefes dos judeus procuraram prender Jesus. Eles tinham entendido muito bem que Jesus havia contado essa parábola contra eles. Mas ficaram com medo da multidão e, por isso, deixaram Jesus e foram embora.

* 12,1-12: Jesus passa ao ataque. A figueira não dá frutos, e o Templo tornou-se lugar de roubo, porque as autoridades (chefes dos sacerdotes, doutores da Lei, anciãos do Sinédrio) exploram e oprimem, apoderando-se daquilo que pertence a Deus, isto é, o povo da aliança (vinha). Depois de muitos profetas que pregavam a justiça (empregados), Deus envia o próprio Filho com o Reino. A rejeição e morte do Filho trazem a sentença: o povo de Deus, agora congregado em torno de Jesus (pedra), passa a outros chefes, que não devem tomar posse, mas servir.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: www.franciscanos.org.br

domingo, 6 de março de 2011

Evangelho do Dia



06/03/2011

9º Domingo do Tempo Comum
1ª Leitura: Dt 11,18.26-28
SL: 35
2ª Leitura: Rm 3,21-25ª.28
Evangelho: Mt 7,21-27
A fé é uma prática
-* 21 «Nem todo aquele que me diz ‘Senhor, Senhor’, entrará no Reino do Céu. Só entrará aquele que põe em prática a vontade do meu Pai, que está no céu.
22 Naquele dia muitos me dirão: ‘Senhor, Senhor, não foi em teu nome que profetizamos? Não foi em teu nome que expulsamos demônios? E não foi em teu nome que fizemos tantos milagres?’ 23 Então, eu vou declarar a eles: Jamais conheci vocês. Afastem-se de mim, malfeitores!»

Passar para a ação -* 24 «Portanto, quem ouve essas minhas palavras e as põe em prática, é como o homem prudente que construiu sua casa sobre a rocha. 25 Caiu a chuva, vieram as enxurradas, os ventos sopraram com força contra a casa, mas a casa não caiu, porque fora construída sobre a rocha.
26 Por outro lado, quem ouve essas minhas palavras e não as põe em prática, é como o homem sem juízo, que construiu sua casa sobre a areia. 27 Caiu a chuva, vieram as enxurradas, os ventos sopraram com força contra a casa, e a casa caiu, e a sua ruína foi completa!»

* 21-23: Nem mesmo o ato de fé mais profundo da comunidade, que é o reconhecimento de Jesus como o Senhor, faz que alguém entre no Reino. Se o ato de fé pela palavra não for acompanhado de ações, é vazio e sem sentido. A expressão «naquele dia» indica o Juízo final e nos remete a Mt 25,31-46, onde são mostradas as ações que qualificam o autêntico reconhecimento de Jesus como Senhor.
* 24-27: Construir a casa sobre a rocha é viver e agir de acordo com a justiça do Reino apresentada no Sermão da Montanha. Construir a casa sobre a areia é ficar na teoria, sem passar para a prática.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

sábado, 5 de março de 2011

Atenção Galera!


O retiro de Carnaval deste domingo 06/03
Não sera mais no sitio do antonio Claudio será na capela são marcos no mesmo horario não presisa levar talheres nem refrigerante,mas a biblia,toalha e material de anotação é pra levar sim, mais informações no grupo de jovens hoje as 20:00 h ou no tel: 3607-12-48 ou pelo msn: paty_stpr@hotmail.com.

Coordenação agradece!

Evangelho do Dia

05/02/2011


Mc 11, 27-33
Jesus silencia as autoridades 
-* 27 Jesus e os discípulos foram de novo a Jerusalém. Jesus estava andando no Templo. E os chefes dos sacerdotes, os doutores da Lei e os anciãos se aproximaram dele. 28 Perguntaram: «Com que autoridade fazes tais coisas? Quem te deu autoridade para fazer isso?» 29 Jesus respondeu: «Vou fazer uma só pergunta. Respondam-me, e eu direi com que autoridade faço isso. 30 O batismo de João vinha do céu ou dos homens? Respondam-me.» 31 Eles comentavam entre si: «Se respondemos que vinha do céu, ele vai dizer: ‘Então, por que vocês não acreditaram em João?’ 32 Devemos então dizer que vinha dos homens?» Mas eles tinham medo da multidão, porque todos consideravam João como verdadeiro profeta. 33 Então eles responderam a Jesus: «Não sabemos.» E Jesus disse: «Pois eu também não vou dizer a vocês com que autoridade faço essas coisas.»

* 27-33: As autoridades tentam fazer uma armadilha para desmoralizar a autoridade de Jesus diante do povo. Mas Jesus usa o mesmo truque: se as autoridades responderem, elas é que ficarão desmoralizadas.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: www.franciscanos.org.br

sexta-feira, 4 de março de 2011

Evangelho do Dia

04/03/2011


Mc 11, 11-26
Uma sociedade estéril
11 Jesus entrou em Jerusalém, no Templo, e olhou tudo ao redor. Mas, como já era tarde, saiu para Betânia com os Doze.
-* 12 No dia seguinte, quando voltavam de Betânia, Jesus sentiu fome. 13 Viu de longe uma figueira coberta de folhas e foi até lá ver se encontrava algum fruto. Quando chegou perto, encontrou somente folhas, pois não era tempo de figos. 14 Então Jesus disse à figueira: «Que ninguém mais coma de seus figos.» E os discípulos escutaram o que ele disse.

O centro da sociedade estéril -* 15 Chegaram a Jerusalém. Jesus entrou no Templo e começou a expulsar os que vendiam e os que compravam no Templo. Derrubou as mesas dos cambistas e as cadeiras dos vendedores de pombas. 16 Ele não deixava ninguém carregar nada através do Templo. 17 E ensinava o povo, dizendo: «Não está nas Escrituras: ‘Minha casa será chamada casa de oração para todos os povos’? No entanto, vocês fizeram dela uma toca de ladrões.» 18 Os chefes dos sacerdotes e os doutores da Lei ouviram isso e começaram a procurar um modo de matá-lo. Mas tinham medo de Jesus, porque a multidão estava maravilhada com o ensinamento dele. 19 Ao entardecer, Jesus e os discípulos saíram da cidade.

Uma comunidade que dá frutos -* 20 Na manhã seguinte, Jesus e os discípulos, passando, viram a figueira que tinha secado até à raiz. 21 Pedro lembrou-se e disse a Jesus: «Olha, Mestre: a figueira que amaldiçoaste secou.» 22 Jesus disse para eles: «Tenham fé em Deus. 23 Eu garanto a vocês: se alguém disser a esta montanha: ‘Levante-se e jogue-se no mar, e não duvidar no seu coração, mas acreditar que isso vai acontecer, assim acontecerá’. 24 É por isso que eu digo a vocês: tudo o que vocês pedirem na oração, acreditem que já o receberam, e assim será. 25 Quando vocês estiverem rezando, perdoem tudo o que tiverem contra alguém, para que o Pai de vocês que está no céu também perdoe os pecados de vocês. 26 Mas, se vocês não perdoarem, o Pai de vocês que está no céu não perdoará os pecados de vocês.»

* 12-14: A figueira simboliza a sociedade que Jesus encontra. Tem folhas, mas não tem frutos, tem aparência de vida, mas não alimenta o povo faminto. 
* 15-19: Acusando e atacando o comércio existente dentro do Templo, Jesus retira as bases sobre as quais se apoiava toda uma sociedade. Com efeito, era com esse comércio que se sustentava grande parte da economia do país. O gesto de Jesus mexe não só com um modo de vida religiosa, mas com toda uma estrutura que usa a religião para estabelecer e assegurar privilégios de uma classe e sustentar uma visão mesquinha de salvação. Por isso, os que se favorecem desse sistema, pensam em matar Jesus, mas temem o povo. 
* 20-26: A figueira secou: a sociedade que não acolhe a ação transformadora de Jesus morre sem dar frutos. Diante dela Jesus inicia uma comunidade que será o novo templo: comprometida com ele na fé e na confiança em Deus, a comunidade cristã será a semente de nova árvore frutífera para os homens.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte:www.franciscanos.org.br

quinta-feira, 3 de março de 2011

Evangelho do Dia

03/03/2011


Mc 10, 46-52
O verdadeiro discípulo
-* 46 Chegaram a Jericó. Jesus saiu de Jericó, junto com seus discípulos e uma grande multidão. Na beira do caminho havia um cego que se chamava Bartimeu, o filho de Timeu; estava sentado, pedindo esmolas. 47 Quando ouviu dizer que era Jesus Nazareno que estava passando, o cego começou a gritar: «Jesus, filho de Davi, tem piedade de mim!» 48 Muitos o repreenderam e mandaram que ficasse quieto. Mas ele gritava mais ainda: «Filho de Davi, tem piedade de mim!» 49 Então Jesus parou e disse: «Chamem o cego.» Eles chamaram o cego e disseram: «Coragem, levante-se, porque Jesus está chamando você.» 50 O cego largou o manto, deu um pulo e foi até Jesus. 51 Então Jesus lhe perguntou: «O que você quer que eu faça por você?» O cego respondeu: «Mestre, eu quero ver de novo.» 52 Jesus disse: «Pode ir, a sua fé curou você.» No mesmo instante o cego começou a ver de novo e seguia Jesus pelo caminho.

* 46-52: O último milagre de Jesus é uma cura significativa. Ele não abre apenas os olhos do cego, mas também o coração. E o cego curado reconhece Jesus como o Messias (filho de Davi). E, com mais coragem do que Pedro (8,32) e do que o homem rico (10,22), segue a Jesus no caminho para a morte. Desse modo, Bartimeu torna-se o modelo do verdadeiro discípulo.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: www.franciscanos.org.br

quarta-feira, 2 de março de 2011

Mapa da Violência

Mapa da Violência 2011


Mapa da Violência 2011

O Ministério da Justiça, em parceria com o Instituto Sangari, lançou nesta quinta-feira, 24, o Mapa da Violência 2011 – Os Jovens do Brasil. A divulgação aconteceu na Sala de Retratos do edifício sede do Ministério e contou com a presença do ministro da Justiça, José Eduardo Cardozo.
Coordenado pelo sociólogo Julio Jacobo Waiselfisz, o estudo faz um diagnóstico sobre como a violência tem levado à morte brasileiros, especialmente os jovens, nos grandes centros urbanos e também no interior.
O estudo é dividido em três formas distintas de extermínio de jovens: homicídios, acidentes de transporte e suicídio, nos estados, nas capitais e regiões metropolitanas. Segundo os dados, o estado de Alagoas lidera o ranking de violência no país com 60,3 homicídios (em 100 mil habitantes). O crescimento dessa violência teve início em 1999. De forma semelhante, Paraná, Pará e Bahia, que em 1998 apresentavam indíces relativamente baixos, em 2008 passam a se destacar no ranking de homicídios. O estado de São Paulo, por sua vez, fez o sentido contrário. Sua taxa de homicídios em 1998 ocupava a 5ª colocação no ranking nacional. Dez anos depois, em 2008, suas taxas caem para 14,9 homicídios (em 100 mil habitantes), passando a ocupar uma das últimas colocações, a 25ª.
De acordo com o Ministério da Justiça, o estudo servirá de subsídio a políticas públicas de enfrentamento à violência. As fontes dos dados são do Sistema de Informações sobre Mortalidade (SIM), do Ministério da Saúde, que aponta o crescimento das mortes de jovens por homicídio, acidentes de trânsito e suicídio.

A Igreja contra o extermínio de jovens

As Pastorais da Juventude do Brasil (Pastoral da Juventude, Pastoral da Juventude Estudantil, Pastoral da Juventude do Meio Popular e Pastoral da Juventude Rural), com o apoio do Setor Juventude da Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB), deram início, em 2009, à Campanha Nacional contra o Extermínio da Juventude. O trabalho é fruto da reflexão da 15ª Assembleia Nacional das Pastorais da Juventude do Brasil, ocorrida em maio de 2008, e da indignação crescente dos delegados presentes naquela assembleia e da revolta ante ao crescente número de mortes de jovens no campo e na cidade, em todos os cantos do país.
A Campanha consiste numa ação articulada das Pastorais da Juventude com o apoio de diversas organizações para levar a toda sociedade o debate sobre as diversas formas de violência contra a juventude, especialmente o extermínio de milhares de jovens que está acontecendo no Brasil.
Três eixos norteiam as ações da campanha: Formação política e trabalho de base, que tem por objetivo conscientizar e sensibilizar quanto aos debates de segurança pública, sistema carcerário, direitos humanos, outros tipos de violência. O eixo II, Ações de massa e divulgação, é responsável pela organização de uma Marcha Nacional, que deverá ser realizada ainda este ano, com o objetivo de denunciar a violência e mobilizar a sociedade no que se refere ao extermínio de jovens e, por fim, o terceiro eixo, Monitoramento da mídia e denúncia quanto à violação dos direitos humanos, cujo objetivo é acompanhar e denunciar as violações de direitos humanos praticados pela mídia.
Confira outras informações no site oficial da CAMPANHA

Fonte: www.pjumuarama.com.br
Petição para Campanha da Fraternidade 2013

 
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Petição para Campanha da Fraternidade 2013


O Setor Juventude da CNBB, através da Comissão Episcopal para o Laicato, rende graças a Deus pelas suas diferentes áreas de atuação – um verdadeiro dom de Deus para a vida da juventude do Brasil – buscando evangelizar em todos os lugares vitais onde os jovens estão inseridos.
Para potencializar nossa missão, estamos encabeçando um pedido para que, em 2013, toda a Igreja possa assumir a Campanha da Fraternidade com o tema da juventude. Para tanto, pedimos que todas as pastorais, movimentos, congregações religiosas, novas comunidades, organismos etc., somem forças conosco solicitando aos Bispos do Brasil a aprovação deste desejo.
Temos muitos motivos para fazer este pedido aos nossos pastores, mas ele só se tornará realidade se você colaborar, espalhando por todo Brasil – em nossos grupos, encontros, assembleias, retiros, eventos, escolas, universidades e paróquias – esta petição, cujo download pode ser feito em nosso site (www.jovensconectados.org.br)
Precisamos de um milhão de assinaturas de jovens, adultos, casais, idosos e de todos os que são apaixonados pela causa da juventude.
O prazo máximo para a coleta das assinaturas é de 17 de abril de 2011.
Mãos à obra! E vamos à luta, na fraternura juvenil!
Na unidade,


Dom Eduardo Pinheiro da Silva, SDB
Bispo referencial do Setor Juventude da CNBB


Pe. Carlos Sávio da Costa Ribeiro
Assessor do Setor Juventude da CNBB

Para Download do abaixo assinado Clique Aqui 

Fonte: www.pjumuarama.com.br

Evangelho do Dia

02/03/2011

Mc 10, 32-45
Autoridade é serviço

-* 32 Jesus e os discípulos estavam a caminho, subindo para Jerusalém. Jesus ia na frente. Os discípulos estavam espantados, e aqueles que iam atrás estavam com medo. Jesus chamou de novo os Doze à parte e começou a dizer-lhes o que estava para acontecer com ele: 33 «Eis que estamos subindo para Jerusalém, e o Filho do Homem vai ser entregue aos chefes dos sacerdotes e aos doutores da Lei. Eles o condenarão à morte e o entregarão aos pagãos. 34 Vão caçoar dele, cuspir nele, vão torturá-lo e matá-lo. E depois de três dias ele ressuscitará.»
35 Tiago e João, filhos de Zebedeu, foram a Jesus e lhe disseram: «Mestre, queremos que faças por nós o que vamos te pedir.» 36 Jesus perguntou: «O que vocês querem que eu lhes conceda?» 37 Eles responderam: «Quando estiveres na glória, deixa-nos sentar um à tua direita e outro à tua esquerda.» 38 Jesus então lhes disse: «Vocês não sabem o que estão pedindo. Por acaso vocês podem beber o cálice que eu vou beber? Podem ser batizados com o batismo com que eu vou ser batizado?» 39 Eles responderam: «Podemos.» Jesus então lhes disse: «Vocês vão beber o cálice que eu vou beber, e vão ser batizados com o batismo com que eu vou ser batizado. 40 Mas não depende de mim conceder o lugar à minha direita ou esquerda. É Deus quem dará esses lugares àqueles, para os quais ele preparou.» 41 Quando os outros dez discípulos ouviram isso, começaram a ficar com raiva de Tiago e João. 42 Jesus chamou-os e disse: «Vocês sabem: aqueles que se dizem governadores das nações têm poder sobre elas, e os seus dirigentes têm autoridade sobre elas. 43 Mas, entre vocês não deverá ser assim: quem de vocês quiser ser grande, deve tornar-se o servidor de vocês, 44 e quem de vocês quiser ser o primeiro, deverá tornar-se o servo de todos. 45 Porque o Filho do Homem não veio para ser servido. Ele veio para servir e para dar a sua vida como resgate em favor de muitos.»

* 32-45: Jesus anuncia a sua morte como conseqüência de toda a sua vida. Enquanto isso, Tiago e João sonham com poder e honrarias, suscitando discórdia e competição entre os outros discípulos. Jesus mostra que a única coisa importante para o discípulo é seguir o exemplo dele: servir e não ser servido. Em a nova sociedade que Jesus projeta, a autoridade não é exercício de poder, mas a qualificação para serviço que se exprime na entrega de si mesmo para o bem comum.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: http://www.franciscanos.org.br

terça-feira, 1 de março de 2011

01/03/2011
Mc 10, 28-31
A certeza da plenitude que virá

28 Pedro começou a dizer a Jesus: «Eis que nós deixamos tudo e te seguimos.» 29 Jesus respondeu: «Eu garanto a vocês: quem tiver deixado casa, irmãos, irmãs, mãe, pai, filhos, campos, por causa de mim e da Boa Notícia, 30 vai receber cem vezes mais. Agora, durante esta vida, vai receber casas, irmãos, irmãs, mães, filhos e campos, junto com perseguições. E, no mundo futuro, vai receber a vida eterna. 31 Muitos que agora são os primeiros serão os últimos, e muitos que agora são os últimos serão os primeiros.»

* 17-31: Para entrar no Reino (ou vida eterna) é preciso mais do que observar leis ou regras. O Reino é dom de Deus aos homens, e nele tudo deve ser partilhado entre todos. Isso significa repartir as riquezas em vista de uma igualdade, abolindo o sistema classista. É por isso que os ricos ficam tristes e dificilmente entram no Reino. E o que acontece quando a gente deixa tudo para seguir a Jesus e continuar o seu projeto? Encontra nova sociedade, embora em meio à perseguição, e já vive a certeza da plenitude que virá.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: www.franciscanos.org.br

segunda-feira, 28 de fevereiro de 2011

Evangelho do Dia


28/02/2011

Mc 10,17-27
O Reino é dom e partilha

-* 17 Quando Jesus saiu de novo a caminhar, um homem foi correndo, ajoelhou-se diante dele e perguntou: «Bom Mestre, que devo fazer para herdar a vida eterna?» 18 Jesus respondeu: «Por que você me chama de bom? Só Deus é bom, e ninguém mais. 19 Você conhece os mandamentos: não mate; não cometa adultério; não roube; não levante falso testemunho; não engane; honre seu pai e sua mãe.» 20 O homem afirmou: «Mestre, desde jovem tenho observado todas essas coisas.» 21 Jesus olhou para ele com amor, e disse: «Falta só uma coisa para você fazer: vá, venda tudo, dê o dinheiro aos pobres, e você terá um tesouro no céu. Depois venha e siga-me.» 22 Quando ouviu isso, o homem ficou abatido e foi embora cheio de tristeza, porque ele era muito rico.
23 Jesus então olhou em volta e disse aos discípulos: «Como é difícil para os ricos entrar no Reino de Deus!» 24 Os discípulos se admiraram com o que Jesus disse. Mas ele continuou: «Meus filhos, como é difícil entrar no Reino de Deus! 25 É mais fácil passar um camelo pelo buraco de uma agulha, do que um rico entrar no Reino de Deus!» 26 Os discípulos ficaram muito espantados quando ouviram isso, e perguntavam uns aos outros: «Então, quem pode ser salvo?» 27 Jesus olhou para os discípulos e disse: «Para os homens isso é impossível, mas não para Deus. Para Deus tudo é possível.»

* 17-31: Para entrar no Reino (ou vida eterna) é preciso mais do que observar leis ou regras. O Reino é dom de Deus aos homens, e nele tudo deve ser partilhado entre todos. Isso significa repartir as riquezas em vista de uma igualdade, abolindo o sistema classista. É por isso que os ricos ficam tristes e dificilmente entram no Reino. E o que acontece quando a gente deixa tudo para seguir a Jesus e continuar o seu projeto? Encontra nova sociedade, embora em meio à perseguição, e já vive a certeza da plenitude que virá.

Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Evangelho do Dia



27/02/2011

8º Domingo do Tempo Comum/A
1ª Leitura: Is 49, 14-15
Sl 61
2ª Leitura: 1Cor 4,1-5
Evangelho: Mt 6,24-34
24 Ninguém pode servir a dois senhores. Porque, ou odiará a um e amará o outro, ou será fiel a um e desprezará o outro. Vocês não podem servir a Deus e às riquezas.»

A busca fundamental -
* 25 «Por isso é que eu lhes digo: não fiquem preocupados com a vida, com o que comer; nem com o corpo, com o que vestir. Afinal, a vida não vale mais do que a comida? E o corpo não vale mais do que a roupa? 26 Olhem os pássaros do céu: eles não semeiam, não colhem, nem ajuntam em armazéns. No entanto, o Pai que está no céu os alimenta. Será que vocês não valem mais do que os pássaros? 27 Quem de vocês pode crescer um só centímetro, à custa de se preocupar com isso? 28 E por que vocês ficam preocupados com a roupa? Olhem como crescem os lírios do campo: eles não trabalham nem fiam. 29 Eu, porém, lhes digo: nem o rei Salomão, em toda a sua glória, jamais se vestiu como um deles. 30 Ora, se Deus assim veste a erva do campo, que hoje existe e amanhã é queimada no forno, muito mais ele fará por vocês, gente de pouca fé!
31 Portanto, não fiquem preocupados, dizendo: O que vamos comer? O que vamos beber? O que vamos vestir? 32 Os pagãos é que ficam procurando essas coisas. O Pai de vocês, que está no céu, sabe que vocês precisam de tudo isso. 33 Pelo contrário, em primeiro lugar busquem o Reino de Deus e a sua justiça, e Deus dará a vocês, em acréscimo, todas essas coisas. 34 Portanto, não se preocupem com o dia de amanhã, pois o dia de amanhã terá suas preocupações. Basta a cada dia a própria dificuldade.»

* 19-24: Todo homem, consciente ou inconscientemente, tem na vida um valor fundamental, um absoluto que determina toda a sua forma de ser e viver. Qual é o absoluto: Deus ou as riquezas? Deus leva o homem à liberdade e à vida, através da justiça que gera a partilha e a fraternidade. As riquezas são resultado da opressão e da exploração, levando o homem à escravidão e à morte. É preciso escolher a qual dos dois queremos servir.
* 25-34: A aquisição de bens necessários para viver se torna ansiedade contínua e pesada, se não for precedida pela busca da justiça do Reino, isto é, a promoção de relações de partilha e fraternidade. O necessário para a vida virá junto com essa justiça, como fruto natural de árvore boa.
Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

sábado, 26 de fevereiro de 2011

Evangelho do Dia


26/02/2011


Mc 10,13-16
O Reino pertence aos pobres

-* 13 Depois disso, alguns levaram crianças para que Jesus tocasse nelas. Mas os discípulos os repreendiam. 14 Vendo isso, Jesus ficou zangado e disse: «Deixem as crianças vir a mim. Não lhes proíbam, porque o Reino de Deus pertence a elas. 15 Eu garanto a vocês: quem não receber como criança o Reino de Deus, nunca entrará nele.» 16 Então Jesus abraçou as crianças e abençoou-as, pondo a mão sobre elas.

* 13-16: Aqui a criança serve de exemplo não pela inocência ou pela perfeição moral. Ela é o símbolo do ser fraco, sem pretensões sociais: é simples, não tem poder nem ambições. Principalmente na sociedade do tempo de Jesus, a criança não era valorizada, não tinha nenhuma significação social. A criança é, portanto, o símbolo do pobre marginalizado, que está vazio de si mesmo, pronto para receber o Reino.


Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: wwww.franciscanos.org.br

sexta-feira, 25 de fevereiro de 2011

Para Refletir

"A vida é linda! Mesmo em meio a tantas dificuldades, Deus nos quer felizes. Eu vivo para contar essa notícia!"
(Fábio de Mello)


Amar alguém é viver o exercício constante de não querer fazer do outro o que a gente gostaria que ele fosse. A experiência de amar e ser amado é, acima de tudo, a experiência do respeito. Respeitar é aceitar o outro como ele é. Somente numa atitude amorosa a correção terá sentido, fará o outro crescer, sem magoá-lo.


Deus nos quer felizes aqui e, depois, na plenitude com Ele. Seja mensageiro desta grande notícia e não se canse de testemenhuar, pela sua vida, pela sua palavra, pelos seus gestos que a vida é uma celebração do amor e da misericórdia de Deus. Isso será uma grande notícia para muitos corações...
Frei Paulo Sérgio de Souza, OFM


Fonte: www.franciscanos.org.br

Evangelho do Dia

25/02/2011


Mc 10,1-12
Deus une o homem e a mulher 
* 1 Jesus partiu daí e foi para o território da Judéia, do outro lado do rio Jordão. As multidões se reuniram de novo em torno de Jesus. E ele, como de costume, as ensinava. 2 Alguns fariseus se aproximaram de Jesus. Queriam tentá-lo e lhe perguntaram se a Lei permitia um homem se divorciar da sua mulher. 3 Jesus perguntou: «O que é que Moisés mandou vocês fazer?» 4 Os fariseus responderam: «Moisés permitiu escrever uma certidão de divórcio e depois mandar a mulher embora.» 5 Jesus então disse: «Foi por causa da dureza do coração de vocês que Moisés escreveu esse mandamento. 6 Mas, desde o início da criação, Deus os fez homem e mulher. 7 Por isso, o homem deixará seu pai e sua mãe, 8 e os dois serão uma só carne. Portanto, eles já não são dois, mas uma só carne. 9 Portanto, o que Deus uniu, o homem não deve separar.»
10 Quando chegaram em casa, os discípulos fizeram de novo perguntas sobre o mesmo assunto. 11 Jesus respondeu: «O homem que se divorciar de sua mulher e se casar com outra, cometerá adultério contra a primeira mulher. 12 E se a mulher se divorciar do seu marido e se casar com outro homem, ela cometerá adultério.» 

* 10,1-12: Jesus recusa ver o matrimônio a partir de permissões ou restrições legalistas. Ele reconduz o matrimônio ao seu sentido fundamental: aliança de amor e, como tal, abençoada por Deus e com vocação de eternidade. Diante desse princípio fundamental, marido e mulher são igualmente responsáveis por uma união que deve crescer sempre, e os dois se equiparam quanto aos direitos e deveres.


Bíblia Sagrada - Edição Pastoral

Fonte: www.franciscanos.org.br

quinta-feira, 24 de fevereiro de 2011

Papa Bento XVI Divulga Mensagem Para Quaresma 2011

A partir da quarta-feira de cinzas, dia 9 de março, a Igreja inicia o tempo da Quaresma, em preparação à Páscoa. O papa Bento XVI divulgou na manhã de hoje, terça-feira, 22, a Mensagem para Quaresma 2011. Na mensagem, o papa cita a importância do Batismo na vida do cristão e a Quaresma, como ocasião para essa reflexão.
“Um vínculo particular liga o Batismo com a Quaresma como momento favorável para experimentar a Graça que salva”, diz Bento XVI, num dos trechos da mensagem.
O Papa ressalta a relevância do Batismo como sendo uma atual fonte de conversão: “O Batismo, portanto, não é um rito do passado, mas o encontro com Cristo que informa toda a existência do batizado, doa-lhe a vida divina e chama-o a uma conversão sincera, iniciada e apoiada pela Graça, que o leve a alcançar a estatura adulta de Cristo”.
No texto, o papa afirma ainda a importância da palavra de Deus como direção para viver “com o devido empenho este tempo litúrgico precioso. Para empreender seriamente o caminho rumo à Páscoa e nos prepararmos para celebrar a Ressurreição do Senhor – a festa mais jubilosa e solene de todo o Ano litúrgico – o que pode haver de mais adequado do que deixar-nos conduzir pela Palavra de Deus?”.
“Queridos irmãos e irmãs, mediante o encontro pessoal com o nosso Redentor e através do jejum, da esmola e da oração, o caminho de conversão rumo à Páscoa leva-nos a redescobrir o nosso Batismo”, assim termina a mensagem do papa Bento XVI para a Quaresma 2011.

Leia o texto na íntegra:

Fonte: www.cnbb.org.br

CNBB Divulga Nota Sobre Ética na TV

O Conselho Episcopal Pastoral da CNBB (Consep) divulgou uma nota no final da tarde desta quarta-feira, 16, manifestando-se sobre o “baixo nível moral que se verifica em alguns programas das emissoras de televisão”.  Os bispos citam especialmente os reality shows “que têm o lucro como seu principal objetivo”.
Após destacar a importância da TV para a sociedade brasileira, reconhecida pelo prêmio Clara de Assis de Televisão dado pela CNBB anualmente, os bispos lamentam que “serviços prestados com apurada qualidade técnica e inegável valor cultural e moral” sejam “ofuscados” por programas como os reality show.

Para os bispos, os reality shows “atentam contra a dignidade da pessoa humana, tanto de seus participantes, fascinados por um prêmio em dinheiro ou por fugaz celebridade, quanto do público receptor que é a família brasileira”.

A nota se dirige tanto às TVs quanto ao Ministério Público, aos pais, mães,  educadores, anunciantes e publicitários, conclamando cada um desses atores a refletir sobre sua responsabilidade em relação à qualidade dos programas na televisão.